terça-feira, 27 de setembro de 2011

SEJAM BEM VINDOS FERAS DE ADMINISTRAÇÃO



Ser Administrador é...                                             
É como definir um estado de espírito.
Impossível.
Impossível porque é mágico.
É o estado da arte e da ciência.
Ser Administrador é ter amplitude de pensamento e de possibilidades de ação.
É não ter limitação, estando constantemente aberto a novos projetos, seja em qual área for.
Ser administrador é nossa identidade.
É também o que nos une. Homens e mulheres, jovens e nem tão jovens,
pessoas que buscam sempre o crescimento,
não só de si próprio, mas de empresas, da sociedade e de nosso país.
Enxergamos além do imediato e criamos valores e riquezas duradouras.
Definir o que é ser administrador?
Melhor do que definir o que é, é sentir sê-lo.
Nós sentimos o que é ser administrador.
E temos imenso orgulho disso.
Autor: Sérgio Soares de Araújo

domingo, 11 de setembro de 2011

O administrador do futuro: quem é ele?

   Pense rápido: qual é a melhor estratégia de sobrevivência descoberta pela espécie humana há pelo menos dois milhões de anos? E qual a tática que tem garantido vida longa e próspera para as maiores empresas do planeta? A resposta é a mesma, nos dois casos: adaptação. Desde que o nomadismo acabou, desde que o escambo deu lugar ao dinheiro, desde que estradas de ferro mudaram o mapa dos países, desde que o homem construiu, navegou e vôo, adaptar-se é preciso. E isso vale tanto para a biologia quanto para os negócios.    De tempos em tempos, os líderes – assim como os organismos vivos – precisam reconhecer as mudanças no ambiente e adaptar-se às transformações que estão por vir, senão, podem ser destruídos por elas. Pensando nisso, elaboramos um guia com cinco estratégias para você não perder o bonde da evolução e sobreviver no competitivo mundo da Administração. Leia, pondere e principalmente aceite as mudanças. Do contrário, o risco de virar um dinossauro é todo seu…

Olhe para economia do vizinho

   A família Smith comprou a casa dos sonhos. Fez um empréstimo, parcelou em centenas de vezes, mas nunca conseguiu pagar a hipoteca. Problema deles, certo? Não mais. A crise americana do subprime deixou esta lição aos administradores do futuro: ficar de olho no telhado do vizinho pode, sim, ajudar na sobrevivência de um negócio. Afinal, na era da globalização, quando uma economia sofre, todas sofrem juntas – e quem não está atento às oscilações do mercado pode ser pego de surpresa. Foi o que ocorreu quando, a partir de 2007, o caos no mercado imobiliário americano causado pelas hipotecas de risco fez os bancos perderem totalmente o crédito, o que gerou um efeito dominó negativo no mundo inteiro. Empresas fecharam as portas, outras viram as vendas despencar.
    O erro delas, segundo alguns especialistas, foi terem se voltado demais para o próprio umbigo. “Não podemos mais simplesmente gerir um negócio sem levar em conta as consequências mais amplas do que estamos fazendo”, explica Bruce Kogut, professor de Liderança e Ética da Universidade de Columbia, nos EUA. Para os alunos e futuros líderes, ele ensina o que chama de “pensamento integrado”. “Na prática, significa separar o que pode ser útil e bom para o crescimento econômico e financeiro de uma empresa daquilo que, a longo prazo, pode se revelar destrutivo para todo sistema – e, a partir dessas informações, fazer a escolha certa”, afirma Kogut. E qual é a decisão ideal? É aquela “baseada na ética”, defende o especialista.

Vista a camisa verde

   É preciso agir como um camaleão para sobreviver em um ambiente hostil e competitivo. Mas, na hora de mudar de cor, recomendamos o verde aos futuros líderes. Em outras palavras: vista a camisa da ecologia, adotando uma atitude a favor da natureza. Uma empresa amiga do meio-ambiente, cá entre nós, ganha pontos no quesito marketing. Ser ecologicamente correto soa bem, rende reportagens favoráveis na mídia e, claro, o reconhecimento do público – e tudo isso, de um jeito ou de outro, pode ser revertido em lucro. Esse, no entanto, é o aspecto mais superficial. É importante lembrar que o impacto ambiental causado por um empreendimento pode abalar ecossistemas inteiros, prejudicando regiões, países e o próprio planeta. E, no futuro, quem paga o pato é a própria empresa.
   Diante desse risco, James Clawson, professor de Administração de Empresas da Universidade de Virginia, nos EUA, faz um alerta aos líderes do futuro: “Não podemos continuar extraindo, usando, descartando e partindo para a próxima reserva. Temos de nos conscientizar de que é necessário viver de modo mais sustentável”. Isso significa apostar em novos modelos de funcionamento e até repensar a cultura inteira de uma companhia. A Wal-Mart, gigante do varejo norte-americano, fez isso quando investiu 500 milhões de dólares na redução de gases causadores do efeito estufa e no consumo consciente de energia elétrica. As consequências dessas decisões talvez sejam percebidas só daqui a algumas décadas, pelas próximas gerações. Mas ninguém duvida de que valerá a pena.
 
Entre para a aldeia virtual

    Você usa email, conversa em chats e até arrisca opinar em fóruns da internet. Mas isso não significa que está por dentro do que acontece na aldeia virtual. Afinal, ainda há o Linkedin, o Twitter, o Tumblr e inúmeras outras ferramentas online esperando por você. Elas se multiplicam a cada dia e oferecem possibilidades de comunicação jamais vistas antes. Cabe ao administrador do futuro ficar de olho nesse arsenal tecnológico e descobrir como tirar o melhor proveito de tudo isso. Quer alguns exemplos? Você pode começar utilizando a internet para acelerar a troca de informações com seu time, compartilhar documentos e discutir todo o tipo  de ações – para isso, basta uma simples conta de email ou um serviço chat. Também é possível usar o ambiente online para acompanhar o desempenho das equipes, dar feedback mais rápido aos funcionários e ainda realizar treinamentos e conferências - nesse caso, uma webcam e muita disposição para falar e ouvir são mais do que suficientes.
   As empresas ainda podem aproveitar as ferramentas virtuais para estreitar a relação com seu clientes, tornando a comunicação mais pessoal e instantânea. Hoje, isso é possível por meio dos microblogs como o Twitter e o Tumblr ou de redes sociais como Facebook, que ainda permitem esclarecer dúvidas de consumidores, apresentar produtos e serviços, realizar pesquisas de opinião, entre outras coisas. As opções são muitas e o segredo, como você já adivinhou, é se manter conectado.

Não espere o funcionário se adaptar

   Manter uma equipe motivada, produtiva e engajada não é fácil. Para piorar, de algumas décadas para cá, valores como fidelidade e lealdade a uma única empresa parecem ter ficado para trás, o que aumenta o desafio de quem está na liderança. “Além disso, as mudanças de perspectivas profissionais, a partir de um mercado mais exigente em termos de formação, experiência e atualização, também criaram funcionários mais exigentes com a empresa, no que se refere à expectativa de crescimento, benefícios, treinamentos e qualidade das relações de trabalho”, afirma a psicóloga Clarissa de Franco, em São Paulo.
   Diante desse quadro, a saída é uma só: adaptação. “O que servia ontem para a satisfação dos empregados hoje pode já não mais servir. Assim, a empresa deve caminhar e se transformar em comunhão com quem a constrói”, aconselha a especialista. Foi o que ocorreu na sede do Google, na Califórnia, onde os funcionários hoje têm direito a café da manhã, almoço e jantar, além de guloseimas a qualquer hora do dia. Os googlers ainda dispõem de cabeleireiros, massagistas, salas de ginástica, creche para os filhos e até pet shop.
   A experiência da empresa californiana mostrou que simples mudanças como essas podem refletir positivamente no desempenho das equipes, aumentando a produtividade. Na Suécia e na Dinamarca, algumas companhias também seguiram caminho semelhante. Depois de constatar que muitas pessoas não “funcionam” bem pela manhã, elas decidiram se adaptar ao ritmo biológico dos funcionários e passaram a oferecer horários noturnos alternativos.
   O home-office, ou escritório em casa, é outro modelo que reflete a adaptação das empresas às necessidades dos indivíduos. Nesse caso, o funcionário trabalha em casa, conectado com o chefe pela internet. “A maior vantagem é a flexibilidade do horário de trabalho. Se, pela manhã, estou sempre cansado e com sono, posso trabalhar tranquilamente à tarde e à noite”, explica o professor universitário e programador Maurício Linhares,de João Pessoa, que adotou o home-office para trabalhar para uma empresa norte-americana de tecnologia. Segundo ele, outra vantagem é a economia de tempo no deslocamento casa-trabalho e a redução do estresse causado pelo trânsito congestionado das grandes cidades.

Aprenda de tudo um pouco

   Aprender e essencial. Seja na sala de aula, seja na prática. Mas não adianta decorar teorias, fórmulas e seguir a receita do sucesso alheio. A saída, para o líder do futuro, é pensar fora da caixa, ou seja, buscar aprendizado além dos limites da sua própria área. Um exemplo disso veio da Universidade de Oxford, na Inglaterra. No novo mestrado da recém-criada Blavatnik School of Government, a grade de disciplinas foge a todos os padrões das escolas de Administração e oferece aulas de Direito, Ciências Sociais, Tecnologia, Saúde, Finanças e Energia. Com essas mudanças, a universidade, que se gaba de ter educado 26 primeiros-ministros britânicos e 30 líderes mundiais, quer que seus alunos aprendam a pensar de maneira mais ampla e globalizada.
     Ao sair de lá, eles irão entender de economia a mudanças climáticas, de administração a pandemias de gripe. “Queremos oferecer aos líderes de amanhã o melhor do ensino tradicional de Oxford associado com novas maneiras de compreender as transformações que atingem essa área”, afirmou o vice-reitor da universidade Andrew Hamilton, durante a inauguração da escola, em setembro. E já que a tendência é diversificar o aprendizado, não custa lembrar o quanto é importante, para um líder em formação, aprender sobre outras culturas, dominar novos idiomas e principalmente ler e se informar sobre o mundo. As informações estão todas à mão, hoje disponíveis em apenas um clique de mouse

Administração completa 46 anos

Conheça um pouco mais a profissão e por que a presença do Administrador é necessária em empresas públicas e privadas


      Os mais de 305 mil administradores registrados do país comemoram no dia 9 de setembro, o Dia do Administrador. Este ano, a profissão completará 46 anos de regulamentação e motivos para celebrar não faltam. De acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2009 do Ministério da Educação (MEC), a Administração é o curso mais procurado no ensino superior. Hoje, o Brasil possui mais de 2.600 cursos de Administração. A pesquisa mostra, ainda, que o país tem mais de 800 mil alunos matriculados e, por ano, são formados cerca de 114 mil Administradores.
      Apesar da pouca idade, a Administração é uma ciência antiga. No século XIX o escocês Adam Smith, por exemplo, já pregava a ideia de que o administrador deveria cultivar a ordem, a economia e a atenção, iniciando a aplicação dos conceitos de controle e remuneração. Na mesma época, o engenheiro americano Frederick Wislow Taylor introduziu o conceito de administração ao aplicar o conhecimento na prática do trabalho.
      Maximização dos recursos, racionalização e eficiência no trabalho e redução de desperdício, são alguns dos conceitos aplicados que contribuíram para eclosão do capitalismo, que teve seu auge no Estados Unidos. Não foi à toa, portanto, que a primeira escola de Administração de Empresas do mundo foi criada naquele país, na Wharton School of Management, na Filadélfia. No Brasil, a Administração começa a despontar no período entre 1930 a 1950, época marcada pelo investimento na indústria de base brasileira. Anos mais tarde, a profissão é regulamentada no país por meio da Lei 4.769 de 1965, que criou, também, os Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs).
      Depois disso, a Administração não parou de crescer no país, passando a ser ainda mais valorizada em diversos setores da sociedade. Por essa razão, essa é a profissão mais procurada no país.O Sistema CFA/CRAs tem realizado muitas ações e projetos em prol da valorização da categoria. Firmamos parcerias com Instituições de Ensino Superior, executamos campanhas para destacar o papel do Administrador, criamos grupos de estudos no Sistema CFA/CRAS, promovemos cursos de atualização profissional, estamos atuando com uma fiscalização orientativa, entre outras iniciativas.
      Além disso, o CFA criou este ano a Comissão Especial Mista de Acompanhamento Parlamentar que está acompanhando, de perto, o trabalho dos parlamentares no Congresso Nacional visando a adequação de leis e proposições que venham ao encontro dos interesses maiores da profissão de Administrador. Os PLs nº 3615/2000, 3507/2002, 985/2007, 591/2010 e 1456/2011 são exemplos de proposições acompanhadas pela autarquia. Existem outros projetos em andamento. Quando as propostas ferem a categoria, nos manifestamos contrários, nos reunimos com os parlamentares, convocamos reuniões, emitimos pareceres. Enfim, fazemos de tudo para que o PL seja revisto e não prejudique os profissionais de Administração.
Profissional de múltiplas competências – O Administrador é o profissional é responsável pelo planejamento de estratégias e pelo gerenciamento do dia-a-dia da empresa pública ou privada. A sua atuação é bastante ampla, sendo necessário em todo tipo de empresas. Ele atua em diversas áreas como comercial, logística, financeira, compras, recursos humanos, marketing, entre outras.
      Para ser um bom Administrador, além de ter as competências técnicas, é preciso estar apto para exercer legalmente a profissão. O registro profissional é a carteira de identidade do Administrador. O profissional registrado é reconhecido no mercado de trabalho como uma pessoa qualificada e apta a exercer a profissão. Além disso, ele conta com o respaldo do Sistema CFA/CRAs para proteger os direitos profissionais e pelo reconhecimento da profissão.
      Ser proativo, saber gerenciar uma equipe e ter espírito de liderança são algumas características necessárias para o profissional de Administração se destacar no mercado de trabalho.Além disso, tem que saber planejar ações, controlar, dirigir e ordenar tarefas, visando maior produtividade e lucratividade. Um bom sistema de gestão pode ajudar a empresa a superar momentos de crise com tranquilidade.
Tecnólogos também comemoram a data – Os cursos superiores tecnológicos em Administração também surpreendem. Os dados do MEC mostram que a procura por esses cursos aumentou. O Brasil tem mais de 290 mil alunos matriculados e, atualmente, o país oferece mais de 290 cursos tecnológicos, em diversos eixos na área da Administração.
      Diante dessa realidade, desde 2009 os graduados em cursos superiores tecnológicos na área de Administração também passaram a ter o direito ao registro profissional. Além disso, esses profissionais também comemoram o seu dia junto com os Administradores, no dia 9 de setembro.
Atualmente existem diversos cursos aprovados pelo Ministério da Educação que habilita o tecnólogo a solicitar o registro. Para saber quais são eles, basta acessar o endereço http://www2.cfa.org.br/legislacao/resolucoes/2009/RN09374%20consolidada.pdf.

CURSO ADMINISTRAÇÃO UNEAL

 A UNEAL

     A Universidade Estadual de Alagoas possui 40 anos de presença no interior do Estado de Alagoas. Presente com cursos de graduação em Arapiraca, Palmeira dos Índios, Santana do Ipanema, São Miguel dos Campos, União dos Palmares e uma extensão em Maceió, a instituição caminha rumo à plena consolidação da qualidade na oferta do ensino superior.
     Essa história teve início em 1970, com a criação da Fundação Educacional do Agreste Alagoano, uma instituição privada. Somente em 1990, a então FUNEC foi estadualizada. Em 1995, recebe o nome Fundação Universidade Estadual de Alagoas. E, em 2006, é reestruturada e torna-se a Universidade Estadual de Alagoas.

ORIGEM DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

     O curso de Administração da UNEAL tem como embrião a ESAG – Escola Superior de Administração e Negócios do Agreste, criada pela Lei Estadual n° 5.384, de 06 de agosto de 1992, em atendimento a Resolução 002/ CONAD , de 28 de março de 1992, do Conselho de Administração da FUNEC – Fundação Nacional do Agreste Alagoano, instituição encampada pelo Governo do Estado através da Lei n° 5.119, de 12 de janeiro de 1990 e mantenedora da ESAG. Esta teve a finalidade de promover o ensino, a pesquisa e a extensão das Ciências da Administração e Negócios e a prestação de serviços comunitários, desempenhando como fator de desenvolvimento a função de formar profissionais em Administração e Negócios.
     A partir de 18 de dezembro de 1998, a ESAG passa a denominar-se de FAJEAL – Faculdade de Administração, Ciências Contábeis, Jurídicas e Sociais do Estado de Alagoas, através da Lei Estadual n° 6.086, que autorizava também a criação de um curso de graduação em Direito. Em 2006 passa a denominar UNEAL - Universidade Federal de Alagoas
      O Curso de Administração caracteriza-se por um orientação de permanente estímulo à imaginação e à criatividade dos alunos, procurando exercitar o raciocínio tanto analítico como crítico, inspirar sua capacidade de realização através do desenvolvimento de habilidades conceituais, técnicas e de gerenciamento. O currículo vigente  tem a proposta de formar empreendedores, em razão da cidade de Arapiraca ser uma cidade pólo, onde a atividade empreendedora surge a cada momento e se irradia pela circunvizinhança.

Objetivo Geral do Curso

Formar profissionais capazes de liderar negócios com elevado espírito empreendedor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país e da região.

Objetivos Específicos
  •   Oferecer formação na área de gerenciamento de novos negócioos;
  • Incentivar a prestação de serviços às empresas-cliente, a fim de permitir o desenvolvimento profissional;
  • Transmitir conhecimento das metodologias gerenciais nas diferentes áreas de conhecimento da administração,
  •  Oferecer formação na área humanística e interpessoal.
  • Desenvolver capacidade de raciocínio lógico, analítico e crítico para desempenho das atividades do administrador.
Perfil  do egresso

  • Capacidade para empreender e inovar, aberto às mudanças e preparado para assumir riscos;
  •  Formação técnico-científica e empresarial, aliada à postura de cidadãos com responsabilidade social, buscando preservar os valores éticos baseados na concepção social e humanística;
  • Capacidade de formular ações e estratégias que promovam o desenvolvimento racional da região, transferindo conhecimentos para o ambiente e promovendo uma ação reflexiva, crítica e atualizada;  
  •  Capacidade de promover as transformações em proação e adaptação às mudanças.


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